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| Huawei analisa o mercado de banda larga móvel |
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| Escrito por Ronnie Arata |
| Qua, 25 de Agosto de 2010 10:31 |
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Em parceria com a Teleco, consultoria especializada no segmento de telecomunicações, a Huawei apresenta o "Balanço Huawei da Banda Larga Móvel" referente ao segundo trimestre de 2010. A participação dos serviços de dados na receita das operadoras brasileiras registrou crescimento expressivo, correspondente a 37% nos últimos doze meses e 10% em 2T10. O faturamento dos serviços de dados superou 16% da receita do total de serviços de telecomunicações. Com a adição líquida de 2 milhões de acessos em banda larga móvel, a taxa de crescimento foi de 17% em 2T10, valor superior aos 3% correspondentes à banda larga fixa no mesmo período. Identifica-se, nestes números, um aumento constante dos acessos via modem e um aumento ainda maior dos aparelhos 3G que passaram de 8,7 milhões no primeiro trimestre para 10,4 milhões no segundo trimestre de 2010. Em junho de 2010, a cobertura de banda larga móvel, superior aos compromissos estabelecidos para 2012, já estava disponível para 65,2% da população e presente em 13,3% dos municípios brasileiros. Todas as capitais de estado e municípios com mais de 500 mil habitantes estão atendidos por quatro operadoras. Todo este cenário de crescimento da banda larga móvel no Brasil tende a ser favorecido ainda mais, especialmente a partir de 2013, conforme a recente regulamentação da Anatel sobre o uso do espectro de 2,5 GHz para a introdução da nova tecnologia LTE (Long Term Evolution) que possibilitará o aumento da velocidade e da capacidade das redes. Em relação aos planos de serviços, todas as operadoras, exceto a TIM, passaram a cobrar por volume de dados, e não mais por velocidade. A TIM introduziu a cobrança por tempo de uso, a exemplo do que faz na Itália. Os pacotes de consumo variam de 10 MB por R$ 9,90 até 10 GB por R$ 199,90. “A média no Brasil para pacotes de até 500 MB está acima dos valores praticados em outros países da América Latina. Os preços no Brasil são influenciados pela carga tributária e pelo subdimensionamento das redes, em especial em relação à capacidade das redes de transmissão”, afirma o diretor de tecnologias e soluções da Huawei, Marcelo Motta. O preço dos telefones celulares 3G permanecem estáveis e representam uma barreira para a difusão da banda larga. Enquanto isso, o preço médio do modem 3G sofreu uma queda de 15% no segundo trimestre de 2010, comparado com o trimestre anterior, com o valor mínimo apurado de R$ 170,00, desconsiderando-se aqueles com 100% de subsídio. Para mais informações, confira o estudo completo em www.huawei.com.br |


